Re: VICKY (EX PÉROLA BITTENCOURT) - PETRÓPOLIS
Enviado: Qua Ago 26, 2026 11:25 am
NOTÍVAGO
O encontro foi em um tempo em que a moça atendia no Meier. Bons tempos...
Quem gosta de Sol é cágado e lagartixa. A Lua me concebeu, nasci na madrugada de um inverno implacável, em uma cidade fria e descampada do interior do Rio Grande do Sul. Emergi da escuridão protetora do útero para a obscuridade do seio da noite. Meus primeiros padrinhos foram fantasmas camuflados na ausência da luz. Meu nome? Dante, me chamo Dante.
Quem me acompanha, repara que tenho me alternado entre a caça notívaga e mulheres fora do circuito vicioso e repetitivo. Marquei com Pérola após o pôr do sol. As calçadas ainda exalavam o hálito quente do calor diurno. Entrei no táxi e pedi ao motorista que me levasse ao Méier, território do lendário Saulo — o Top — também conhecido como Mestre dos Magos do Imperator.
Quando desembarquei na rua Constança Barbosa, o relógio me indicou que eu estava adiantado. Caminhei algumas léguas em busca de um botequim, pedi um uísque (só tinha Teacher’s) e contemplei o fim do ciclo da quarta-feira. Emparelhei o celular com o aparelho auditivo e deixei que a balada que pressionou meus tímpanos empurrasse o sangue pelas veias entorpecidas.
E-ROTIC
As luzes das lâmpadas de vapor de mercúrio cobriam o cenário com um amarelo pálido, transformando as vias em um cortejo de velas marchando para o nada. O tempo foi suficiente para que eu ingerisse três doses de Teacher’s, uma espécie de cicuta simulando o sabor do malte escocês.
Deixei o bar e encontrei o endereço fornecido pela menina. O porteiro me pergunta para qual sala pretendo ir, informo o número, ele interfona e sou liberado para subir.
COLOSSO
Uma porta de vidro ainda esconderia o último obstáculo. Toco a campainha e em alguns poucos segundos a porta se abre. A própria Pérola me recebeu, um colosso de morena, que se mostrou linda para os meus critérios de escolha. Um corpo exuberante encaixado em uma lingerie minúscula. Sorriu-me e o meu castigado coração entoou um ritmo entusiasmado nas batidas. A garota me encantou à primeira vista, um mulherão.
Conduziu-me a uma pequena cabine com box, chuveiro e toalhas. Ritual da higiene cumprido, peço que ela retire as poucas pelas que cobrem o continente de deleites. Pérola é uma morena dourada, ornada com minúsculas marcas de biquíni. Seios pequenos e durinhos, coxas grossas, bunda esférica e apetitosa, boca voraz, barriga zero e a boceta depilada. A meu ver, toda perfeita.
EXPLOSÕES SOLARES
Acoplamo-nos em um beijo guloso, de línguas sedentas do beijo real. Eu alisava sua pele sedosa enquanto Pérola engolia os meus lábios com seus lábios. Éramos dois corpos ardendo, almejando um nó cego.
Peço que a garota se deite, lambo seus pés, abocanho seus dedos, ela geme, se arrepia, estremece. Saco o meu aparelhinho de eletrochoque e insiro sobre o clitóris, a garota geme alto, quase grita, sente o impacto. Continuo a açoitando com as vibrações elétricas do aparelho, ela avisa que irá gozar, se contorce freneticamente. Goza.
— Posso te chupar? — ela me pergunta.
Deito-me. Pikachu — o breve — estava em um dos seus raros momentos de ereção absoluta, consequência do sabor afrodisíaco de Pérola. A menina engole o meu pau até a raiz, lambe meu saco, me masturba. Resistir é inútil, mas eu resisti.
Pérola prepara o terreno e monta sobre o meu tronco, encaixa meu pênis em sua vagina úmida e morna e inicia a Cavalgada das Valquírias. Rebola, esfrega, quica. Comecei a sentir as ondas vulcânicas subirem pelos descaminhos da uretra. Jorrei meus espermas num espasmo assassino que os asfixiou nos limites do látex. Pérola é deliciosa...
Recupero o fôlego. Reacendem as carícias, mais beijos. Faço ela gozar novamente com o eletrochoque. Pérola amolece. O relógio marcava o fim de jogo. Visto a roupa, deixo uma caixinha, me despeço e retorno às ruas noturnas e fumegantes do Méier.
O TREM NOTURNO DO MÉIER
Decidi retornar de trem, transporte que eu não usava há décadas. Fui para a estação e aguardei. O vagão em direção à Central do Brasil estava vazio, a viagem foi rápida. Desembarquei no coração do Centro do Rio. As ruas no entorno vibravam sob o céu chumbo iluminado por relâmpagos. Novamente, emparelhei o aparelho auditivo com o celular e deixei a música fluir para os meus ouvidos...
UNLIMITED
Debaixo do brilho do Big Ben da avenida Presidente Vargas, vaguei como Hannibal Lecter desejando novamente saciar a fome canibal pelas esquinas decadentes. Meu nome? Dante, me chamo Dante.
O encontro foi em um tempo em que a moça atendia no Meier. Bons tempos...
Quem gosta de Sol é cágado e lagartixa. A Lua me concebeu, nasci na madrugada de um inverno implacável, em uma cidade fria e descampada do interior do Rio Grande do Sul. Emergi da escuridão protetora do útero para a obscuridade do seio da noite. Meus primeiros padrinhos foram fantasmas camuflados na ausência da luz. Meu nome? Dante, me chamo Dante.
Quem me acompanha, repara que tenho me alternado entre a caça notívaga e mulheres fora do circuito vicioso e repetitivo. Marquei com Pérola após o pôr do sol. As calçadas ainda exalavam o hálito quente do calor diurno. Entrei no táxi e pedi ao motorista que me levasse ao Méier, território do lendário Saulo — o Top — também conhecido como Mestre dos Magos do Imperator.
Quando desembarquei na rua Constança Barbosa, o relógio me indicou que eu estava adiantado. Caminhei algumas léguas em busca de um botequim, pedi um uísque (só tinha Teacher’s) e contemplei o fim do ciclo da quarta-feira. Emparelhei o celular com o aparelho auditivo e deixei que a balada que pressionou meus tímpanos empurrasse o sangue pelas veias entorpecidas.
E-ROTIC
As luzes das lâmpadas de vapor de mercúrio cobriam o cenário com um amarelo pálido, transformando as vias em um cortejo de velas marchando para o nada. O tempo foi suficiente para que eu ingerisse três doses de Teacher’s, uma espécie de cicuta simulando o sabor do malte escocês.
Deixei o bar e encontrei o endereço fornecido pela menina. O porteiro me pergunta para qual sala pretendo ir, informo o número, ele interfona e sou liberado para subir.
COLOSSO
Uma porta de vidro ainda esconderia o último obstáculo. Toco a campainha e em alguns poucos segundos a porta se abre. A própria Pérola me recebeu, um colosso de morena, que se mostrou linda para os meus critérios de escolha. Um corpo exuberante encaixado em uma lingerie minúscula. Sorriu-me e o meu castigado coração entoou um ritmo entusiasmado nas batidas. A garota me encantou à primeira vista, um mulherão.
Conduziu-me a uma pequena cabine com box, chuveiro e toalhas. Ritual da higiene cumprido, peço que ela retire as poucas pelas que cobrem o continente de deleites. Pérola é uma morena dourada, ornada com minúsculas marcas de biquíni. Seios pequenos e durinhos, coxas grossas, bunda esférica e apetitosa, boca voraz, barriga zero e a boceta depilada. A meu ver, toda perfeita.
EXPLOSÕES SOLARES
Acoplamo-nos em um beijo guloso, de línguas sedentas do beijo real. Eu alisava sua pele sedosa enquanto Pérola engolia os meus lábios com seus lábios. Éramos dois corpos ardendo, almejando um nó cego.
Peço que a garota se deite, lambo seus pés, abocanho seus dedos, ela geme, se arrepia, estremece. Saco o meu aparelhinho de eletrochoque e insiro sobre o clitóris, a garota geme alto, quase grita, sente o impacto. Continuo a açoitando com as vibrações elétricas do aparelho, ela avisa que irá gozar, se contorce freneticamente. Goza.
— Posso te chupar? — ela me pergunta.
Deito-me. Pikachu — o breve — estava em um dos seus raros momentos de ereção absoluta, consequência do sabor afrodisíaco de Pérola. A menina engole o meu pau até a raiz, lambe meu saco, me masturba. Resistir é inútil, mas eu resisti.
Pérola prepara o terreno e monta sobre o meu tronco, encaixa meu pênis em sua vagina úmida e morna e inicia a Cavalgada das Valquírias. Rebola, esfrega, quica. Comecei a sentir as ondas vulcânicas subirem pelos descaminhos da uretra. Jorrei meus espermas num espasmo assassino que os asfixiou nos limites do látex. Pérola é deliciosa...
Recupero o fôlego. Reacendem as carícias, mais beijos. Faço ela gozar novamente com o eletrochoque. Pérola amolece. O relógio marcava o fim de jogo. Visto a roupa, deixo uma caixinha, me despeço e retorno às ruas noturnas e fumegantes do Méier.
O TREM NOTURNO DO MÉIER
Decidi retornar de trem, transporte que eu não usava há décadas. Fui para a estação e aguardei. O vagão em direção à Central do Brasil estava vazio, a viagem foi rápida. Desembarquei no coração do Centro do Rio. As ruas no entorno vibravam sob o céu chumbo iluminado por relâmpagos. Novamente, emparelhei o aparelho auditivo com o celular e deixei a música fluir para os meus ouvidos...
UNLIMITED
Debaixo do brilho do Big Ben da avenida Presidente Vargas, vaguei como Hannibal Lecter desejando novamente saciar a fome canibal pelas esquinas decadentes. Meu nome? Dante, me chamo Dante.