Re: CLUBE 119 - RUA DA ALFÂNDEGA, 119 - CENTRO
Enviado: Dom Set 20, 2026 6:04 pm
Após meu fracasso na U24, resolvi andar pelo Centro, que mesmo no clima gótico, de frio e tempo fechado no Rio, o bairro tava animado com a Semana de Arte e inauguração da Rua da Cerveja na Carioca. Quis aproveitar pra esfriar a cabeça, e fui explorar as casas no inicio da noite pra ver se encontrava algo do meu interesse.
Até que chego na Boate 119, com sua longa escadaria, e até vejo um senhor de muletas descendo aqueles degraus, nada abala um putanheiro. O local tava bem cheio, mas a qualidade das mulheres tava bem melhor no quesito beleza, algumas se aproximavam de mim, outras só ficam esperando serem cortejadas, Até que vejo sentada tomando uma cerveja uma moça ruiva que destoava das outras, tava com mais roupas, até achei que era uma civil perdida ou esperando alguém, parecia essas universitárias alternativas, magra, bem branca e tatuada, de rosto achei bem bonita, me lembrava a atriz americana Mary Elizabeth Winstead. Ao me aproximar e falar com ela, já sorri para mim, e me agarra, ali entendi que o nome dela era Rayssa e tinha 27 anos. Falando com ela percebo o sotaque diferente, e ela diz que não tá sempre ali, pois ela mora em Angra, e ela é Argentina. Nisso meus olhos já brilharam, pois era uma oportunidade única de pegar uma estrangeira que acho que dificilmente teria. Ficamos um tempo ali agarrados e com rostos colados como se fossem namorados, onde ela me alisava do peito até o pau. Ela fala um português até bem, com aquele sotaque de voz bem fina e falando cantando. Até que ela me chama para subir e topei na hora. Acerto para 15 minutos, que mal sabia que seriam um dos 15 min mais marcantes da minha vida.
Ao subir os degraus ela vai na frente, e reparo que ela tem uma bundinha pequena mas bem bonita e redonda. Ficamos esperando um tempo para liberar os quartos que tinha até fila. Enquanto isso ficamos agarrados com chamegos. E também percebo ali as outra putas que acabaram de sair dos quartos se arrumando todas nuas, o que já foi me dando uma animada. Logo, quando libera o quarto, vimos o lençol que não é trocado que tava imundo até com marca de bunda suja. Ela teve jogar um spray no lençol.
Assim, começamos nosso namoro. A hermana tira a roupa e me beija de forma intensa, com língua e tudo, e já desço chupo aqueles peitinhos de bicos rosados onde um dos peitos tinha piercing. Logo ela já se senta, elogia meu membro e me mama no pelo, uma mamada bem boa e babada, que tive que me segurar pra não queimar a largada, já me deixou no ponto pra vestir a camisinha e começar a meter. Ela se deita, passa o lubrificante, se abre e começo a brincadeira. Meto sem dificuldade, e ela começa um gemido lindo em espanhol repetindo - Que ricooo! Que ricooo! . Me deixou louco, minha alegria de ouvir isso ao vivo, pois tava realizando uma fantasia, já que ouvia isso nos pornôs latinos. Começo a meter nela por cima enquanto a beijava. Depois acelero mais a metida, o que faz ela gemer mais, o que senti meu pau latejando mais e assim gozei, e uma gozada não só no sentido literal, mas uma gozada, um orgasmo com amor. Mesmo no clima frio eu tava pingando de suor. Ela fica passando a mão no meu corpo e ainda de pernas abertas, assim reparo como a buceta dela é linda, bem lisinha e rosinha, e já caio de boca chupando com vontade enquanto ela geme mais. Ainda pelados ela me passa o contato e olha nota que salvei o nome dela errado, já que não é Rayssa, mas sim Aixa, a pronuncia em português é Aíssa. O tempo já havia passado, mas enquanto nos vestíamos ficamos um tempo conversando, ela disse que aprendeu português com as músicas brasileiras, e também falei das bandas de rock argentino que conhecia e ela se surpreendeu. Ela já tava vestida, mas quando sentei pra me calçar, ela sentou de frente no meu colo e liberou o peitinho pra eu mamar de novo de despedida, assim nos beijamos de outra vez. Saímos de mãos dadas do quarto e me despedi dela na escada.
Desci a saí feliz pela Rua da Alfândega, pensando em como na mesma noite tive um azar e depois sorte. Minha noite foi salva pela Aixa, que não me proporcionou apenas um sexo, mas sim um amor.
Até que chego na Boate 119, com sua longa escadaria, e até vejo um senhor de muletas descendo aqueles degraus, nada abala um putanheiro. O local tava bem cheio, mas a qualidade das mulheres tava bem melhor no quesito beleza, algumas se aproximavam de mim, outras só ficam esperando serem cortejadas, Até que vejo sentada tomando uma cerveja uma moça ruiva que destoava das outras, tava com mais roupas, até achei que era uma civil perdida ou esperando alguém, parecia essas universitárias alternativas, magra, bem branca e tatuada, de rosto achei bem bonita, me lembrava a atriz americana Mary Elizabeth Winstead. Ao me aproximar e falar com ela, já sorri para mim, e me agarra, ali entendi que o nome dela era Rayssa e tinha 27 anos. Falando com ela percebo o sotaque diferente, e ela diz que não tá sempre ali, pois ela mora em Angra, e ela é Argentina. Nisso meus olhos já brilharam, pois era uma oportunidade única de pegar uma estrangeira que acho que dificilmente teria. Ficamos um tempo ali agarrados e com rostos colados como se fossem namorados, onde ela me alisava do peito até o pau. Ela fala um português até bem, com aquele sotaque de voz bem fina e falando cantando. Até que ela me chama para subir e topei na hora. Acerto para 15 minutos, que mal sabia que seriam um dos 15 min mais marcantes da minha vida.
Ao subir os degraus ela vai na frente, e reparo que ela tem uma bundinha pequena mas bem bonita e redonda. Ficamos esperando um tempo para liberar os quartos que tinha até fila. Enquanto isso ficamos agarrados com chamegos. E também percebo ali as outra putas que acabaram de sair dos quartos se arrumando todas nuas, o que já foi me dando uma animada. Logo, quando libera o quarto, vimos o lençol que não é trocado que tava imundo até com marca de bunda suja. Ela teve jogar um spray no lençol.
Assim, começamos nosso namoro. A hermana tira a roupa e me beija de forma intensa, com língua e tudo, e já desço chupo aqueles peitinhos de bicos rosados onde um dos peitos tinha piercing. Logo ela já se senta, elogia meu membro e me mama no pelo, uma mamada bem boa e babada, que tive que me segurar pra não queimar a largada, já me deixou no ponto pra vestir a camisinha e começar a meter. Ela se deita, passa o lubrificante, se abre e começo a brincadeira. Meto sem dificuldade, e ela começa um gemido lindo em espanhol repetindo - Que ricooo! Que ricooo! . Me deixou louco, minha alegria de ouvir isso ao vivo, pois tava realizando uma fantasia, já que ouvia isso nos pornôs latinos. Começo a meter nela por cima enquanto a beijava. Depois acelero mais a metida, o que faz ela gemer mais, o que senti meu pau latejando mais e assim gozei, e uma gozada não só no sentido literal, mas uma gozada, um orgasmo com amor. Mesmo no clima frio eu tava pingando de suor. Ela fica passando a mão no meu corpo e ainda de pernas abertas, assim reparo como a buceta dela é linda, bem lisinha e rosinha, e já caio de boca chupando com vontade enquanto ela geme mais. Ainda pelados ela me passa o contato e olha nota que salvei o nome dela errado, já que não é Rayssa, mas sim Aixa, a pronuncia em português é Aíssa. O tempo já havia passado, mas enquanto nos vestíamos ficamos um tempo conversando, ela disse que aprendeu português com as músicas brasileiras, e também falei das bandas de rock argentino que conhecia e ela se surpreendeu. Ela já tava vestida, mas quando sentei pra me calçar, ela sentou de frente no meu colo e liberou o peitinho pra eu mamar de novo de despedida, assim nos beijamos de outra vez. Saímos de mãos dadas do quarto e me despedi dela na escada.
Desci a saí feliz pela Rua da Alfândega, pensando em como na mesma noite tive um azar e depois sorte. Minha noite foi salva pela Aixa, que não me proporcionou apenas um sexo, mas sim um amor.