Re: CLUB 502 - R. DA ALFÂNDEGA, 65 - CENTRO
Enviado: Sex Ago 21, 2026 1:01 am
ALFARRÁBIOS DO NOEL - SONHO DE MENINA (DIRECTOR'S CUT)
Notas do autor:
- o relato a seguir é antigo e já foi publicado anteriormente. Porém, como se trata de uma boate, cuja rotatividade é maior que a de estacionamento do Guanabara em época de aniversário, optei por deixar no tópico apropriado. Dito isso, não custa lembrar que a garota não trabalha mais lá e o valor não está atualizado;
- na ocasião de sua publicação, fiz uma omissão estratégica no TD (previamente solicitada) para evitar certas complicações ao envolvido. Logo, o texto segue quase fiel à sua concepção original, exceto por algumas partes que preferi editar, por não fazerem mais sentido pra mim. Então, mesmo que você já tenha lido esse relato, recomendo ler novamente.
HO HO HO
Era uma sexta-feira totalmente atípica, desde o álibi que praticamente caiu no meu colo, ao dia em si passando por diversas situações sui generis. Pra não passar em branco, vamos tentar um enrosco, né? Depois de cinco contatos (quatro meninas e uma casa), nada. No caso das GPs, ainda dizem que é só escolher qualquer uma delas que não tem erro. E tem otário que acredita ...
Depois de dar azar em todas as investidas, lembrei de um pagode dos anos 90: "Aí vem o desespero / Machucando o coração".
Vou pular o trecho onde fiquei pouco mais de meia hora com um cara que não é amigo de ninguém e seu fiel assecla, indo para a parte onde fui para o Zezé. Lá chegando vi algumas caras conhecidas passando, umas falaram comigo de longe, outras me cumprimentaram rapidamente e pediram desculpas pela pressa; e teve até quem fingiu não me ver.
Longos minutos se foram até que vejo Dante saindo acompanhado do Castelo das Princesas. Pela liberdade que tinha com ambos, indaguei se poderia acompanhá-los e eles assentiram. Quando deixamos a dama em seu destino, relatei a sequência de desencontros que tive e o Dante me pergunta:
"- Você pode entrar em puteiro?
- Posso, ué? Porquê?
- Vamos na 502 então. A entrada é barata, não tem consumação e você ainda vê umas gostosas por lá."
E fomos!
Lá chegando, fiz um reconhecimento inicial, já que era minha primeira vez no local: dois ambientes distintos, uma pista de dança, onde fica o bar, e um lounge com sofás e uma mesa de sinuca. Pegamos algo para beber e uma menina me chamou a atenção na pista (ela não estava dançando). Como estava acompanhada, não me aproximei. Pouco depois a vejo no balcão da entrada, onde seu próximo cliente fazia os acertos para subir com ela. Ele volta para a pista ( provavelmente, para pegar algo no bar) e a deixa sozinha. Me aproximo, pergunto seu nome e de maneira tímida me responde: "Geovana". Digo que me interessei nela e que provavelmente a aguardaria. Nos cumprimentamos com beijos no rosto e me retiro para o lounge, onde Dante me aguardava.
Nos sentamos em frente à mesa de sinuca. Algumas pessoas jogavam e ficamos observando enquanto trocávamos uma ideia. Ao meu lado, um grupo de três rapazes e duas meninas conversavam animadamente, até que um deles toca meu braço.
- Com licença, irmão! Queria te fazer uma pergunta.
- Pois não.
- Você são analistas de dados?
- Não.
Todos começaram a rir. Estavam tentando adivinhar com o quê a gente trabalhava e parece que cada um apostou numa profissão. Dante sorriu e eu vi uma oportunidade para me divertir.
- Engenheiro então?
- Também não.
- Trabalha com o quê, desculpe perguntar?
- Vocês querem saber o que eu faço?
- Pô, irmão. Tô preocupado agora. Acho que não quero saber não.
Uma das meninas interrompe:
- Mas eu quero saber: quem é você?
- Noel. Meu nome é Noel.
Silêncio por 1 segundo. Todos caem na gargalhada.
- Ah, irmão. Não mete essa. Vai querer me convencer que é o Papai Noel só por causa dessa barba aí?
- Quase todo mundo tem a mesma reação que você. Mas eu posso provar.
- Como assim?
Abro a mochila, saco o gorro e coloco na cabeça. Os cinco emudecem e ficam com os olhos arregalados.
- Caralho! Ninguém vai acreditar em mim quando eu disser que vim numa termas e conheci o Papai Noel putão.
Depois de risos e um breve papo, noto que um cara alto de óculos e boné passa pelo salão mantendo a arrumação do ambiente. Era a segunda ou terceira vez que ele fazia isso, logo concluí que trabalhava no estabelecimento. Comentei com Dante, que não só confirma minha suspeita, como vai até ele e fala sobre meu interesse na Geovana estava livre. Ele se prontificou de imediato a conseguir essa informação. Voltou rapidamente dizendo que horas ela estaria liberada e emendou:
- Se quiser deixar reservado seu horário, só falar comigo: Martins PQD.
Falei que já éramos"amigos" pelo Facebook (o fake, obviamente) me identifiquei e ele lembrou de mim. Confirmei o interesse na menina e acertei tudo no balcão. Ele me disse que assim que ela estivesse disponível pediria que uma menina me levasse até ela.
E assim se sucedeu: na hora combinada, me despedi do Velho Escriba, fui conduzido ao andar superior por uma menina da casa que me "entrega" à Geovana. Ela me conduz à suíte no 3° andar, recebo a toalha ensacada e vou ao banho. Ela sai para buscar algumas coisas e volta quase ao mesmo tempo em que saio do banheiro. Estava com as mesmas vestes de mais cedo: um conjunto de lingerie branca com detalhes laranja, meias 7/8, salto e um botão de rosa vermelha presa ao seu curto cabelo.
Falando especificamente dela, é uma falsa magra, bem branquinha, seios pequenos e uma bundinha redonda. Possui um rosto bem bonito e uma pele aveludada e macia, gostosa de pegar, apertar, beijar ...
Para quebrar o gelo (ela é tímida, lembram?), conversamos um pouco e, entre outras coisas, ela me revela que achava esse nosso momento algo muito louco. Perguntei porquê e ela me disse que sonhou que um cara com o biotipo e aparência semelhantes aos meus a procuraria. Achei curioso, então deixamos a parte onírica de lado e encaramos a realidade com beijos suaves mas que aqueceram o ambiente. As mãos bobas foram percorrendo os corpos nus. Quando dei por mim, estava deitado de costas e Geovana vai beijando meu peito, barriga e chega no Pequeno Rudolph.
Ela se posiciona de lado e faz um oral ao mesmo tempo em que massageia o saco de presentes e a região adjacente mais ao sul. Deu um tesão acima do normal. Passo a mão pelo seu corpo alvo, sinto suas curvas e nuances. Que delicinha! Ela parte pra cima de mim e se encaixa numa posição muito gostosa, que permite que eu beije sua boca e seios. Após um tempo ela me pergunta se pode me chupar mais um pouco. Respondo com um grito: "NÃO! ... mas isso em alguma realidade alternativa, porque naquela hora só concordei com a cabeça.
Mais um oral caprichado acompanhado da massagem que quase me leva à loucura. Porém, acho que o combo cansaço + excesso de cervejas me impedia de gozar. Pra não deixar a coitada ali a vida toda (apesar de estar muito bom), pergunto se ela gosta de ser chupada. Já deita de costas com um sorriso safado no rosto. Entendi aquilo como um 'sim'.
Nos beijamos, chupo seus lindos seios e enfim chego à sua xana, depiladinha e provocante. Caio de boca de forma lasciva, chupando com vontade, lambendo cada recanto de seu sexo. Ela passa suas pernas pelos meus ombros, geme, se contorce e goza lindamente.
Do pouco tempo que nos restava, conversamos sobre coisas triviais e gostos pessoais, quando ela lembra de me contar o final do sonho e não é um desfecho feliz. Diferente do nosso, que é o que importava ali, naquele momento.
Fico observando Geovana recolocar suas peças de roupa, parecendo uma dama da era vitoriana, pela delicadeza com que se vestia. A rosa continuava lá ornamentando seus cabelos negros. Batem na porta anunciando o fim de nosso encontro e saímos até o andar inferior, onde nos despedimos com um beijo e a promessa nunca cumprida de retornar ...
De volta ao primeiro andar, encontro o Martins novamente, agradeci pela simpatia e por ter agilizado meu encontro com a Geovana, e batemos um breve papo. Fecho minha conta, sigo pelas ruas pensando no que acabei de vivenciar e chego à conclusão que não precisa encher a mão pra deixar o Noel com tesão.
No fim, uma dúvida atormentava a minha mente: será que o Zezé ainda tá aberto?
Notas do autor:
- o relato a seguir é antigo e já foi publicado anteriormente. Porém, como se trata de uma boate, cuja rotatividade é maior que a de estacionamento do Guanabara em época de aniversário, optei por deixar no tópico apropriado. Dito isso, não custa lembrar que a garota não trabalha mais lá e o valor não está atualizado;
- na ocasião de sua publicação, fiz uma omissão estratégica no TD (previamente solicitada) para evitar certas complicações ao envolvido. Logo, o texto segue quase fiel à sua concepção original, exceto por algumas partes que preferi editar, por não fazerem mais sentido pra mim. Então, mesmo que você já tenha lido esse relato, recomendo ler novamente.
HO HO HO
Era uma sexta-feira totalmente atípica, desde o álibi que praticamente caiu no meu colo, ao dia em si passando por diversas situações sui generis. Pra não passar em branco, vamos tentar um enrosco, né? Depois de cinco contatos (quatro meninas e uma casa), nada. No caso das GPs, ainda dizem que é só escolher qualquer uma delas que não tem erro. E tem otário que acredita ...
Depois de dar azar em todas as investidas, lembrei de um pagode dos anos 90: "Aí vem o desespero / Machucando o coração".
Vou pular o trecho onde fiquei pouco mais de meia hora com um cara que não é amigo de ninguém e seu fiel assecla, indo para a parte onde fui para o Zezé. Lá chegando vi algumas caras conhecidas passando, umas falaram comigo de longe, outras me cumprimentaram rapidamente e pediram desculpas pela pressa; e teve até quem fingiu não me ver.
Longos minutos se foram até que vejo Dante saindo acompanhado do Castelo das Princesas. Pela liberdade que tinha com ambos, indaguei se poderia acompanhá-los e eles assentiram. Quando deixamos a dama em seu destino, relatei a sequência de desencontros que tive e o Dante me pergunta:
"- Você pode entrar em puteiro?
- Posso, ué? Porquê?
- Vamos na 502 então. A entrada é barata, não tem consumação e você ainda vê umas gostosas por lá."
E fomos!
Lá chegando, fiz um reconhecimento inicial, já que era minha primeira vez no local: dois ambientes distintos, uma pista de dança, onde fica o bar, e um lounge com sofás e uma mesa de sinuca. Pegamos algo para beber e uma menina me chamou a atenção na pista (ela não estava dançando). Como estava acompanhada, não me aproximei. Pouco depois a vejo no balcão da entrada, onde seu próximo cliente fazia os acertos para subir com ela. Ele volta para a pista ( provavelmente, para pegar algo no bar) e a deixa sozinha. Me aproximo, pergunto seu nome e de maneira tímida me responde: "Geovana". Digo que me interessei nela e que provavelmente a aguardaria. Nos cumprimentamos com beijos no rosto e me retiro para o lounge, onde Dante me aguardava.
Nos sentamos em frente à mesa de sinuca. Algumas pessoas jogavam e ficamos observando enquanto trocávamos uma ideia. Ao meu lado, um grupo de três rapazes e duas meninas conversavam animadamente, até que um deles toca meu braço.
- Com licença, irmão! Queria te fazer uma pergunta.
- Pois não.
- Você são analistas de dados?
- Não.
Todos começaram a rir. Estavam tentando adivinhar com o quê a gente trabalhava e parece que cada um apostou numa profissão. Dante sorriu e eu vi uma oportunidade para me divertir.
- Engenheiro então?
- Também não.
- Trabalha com o quê, desculpe perguntar?
- Vocês querem saber o que eu faço?
- Pô, irmão. Tô preocupado agora. Acho que não quero saber não.
Uma das meninas interrompe:
- Mas eu quero saber: quem é você?
- Noel. Meu nome é Noel.
Silêncio por 1 segundo. Todos caem na gargalhada.
- Ah, irmão. Não mete essa. Vai querer me convencer que é o Papai Noel só por causa dessa barba aí?
- Quase todo mundo tem a mesma reação que você. Mas eu posso provar.
- Como assim?
Abro a mochila, saco o gorro e coloco na cabeça. Os cinco emudecem e ficam com os olhos arregalados.
- Caralho! Ninguém vai acreditar em mim quando eu disser que vim numa termas e conheci o Papai Noel putão.
Depois de risos e um breve papo, noto que um cara alto de óculos e boné passa pelo salão mantendo a arrumação do ambiente. Era a segunda ou terceira vez que ele fazia isso, logo concluí que trabalhava no estabelecimento. Comentei com Dante, que não só confirma minha suspeita, como vai até ele e fala sobre meu interesse na Geovana estava livre. Ele se prontificou de imediato a conseguir essa informação. Voltou rapidamente dizendo que horas ela estaria liberada e emendou:
- Se quiser deixar reservado seu horário, só falar comigo: Martins PQD.
Falei que já éramos"amigos" pelo Facebook (o fake, obviamente) me identifiquei e ele lembrou de mim. Confirmei o interesse na menina e acertei tudo no balcão. Ele me disse que assim que ela estivesse disponível pediria que uma menina me levasse até ela.
E assim se sucedeu: na hora combinada, me despedi do Velho Escriba, fui conduzido ao andar superior por uma menina da casa que me "entrega" à Geovana. Ela me conduz à suíte no 3° andar, recebo a toalha ensacada e vou ao banho. Ela sai para buscar algumas coisas e volta quase ao mesmo tempo em que saio do banheiro. Estava com as mesmas vestes de mais cedo: um conjunto de lingerie branca com detalhes laranja, meias 7/8, salto e um botão de rosa vermelha presa ao seu curto cabelo.
Falando especificamente dela, é uma falsa magra, bem branquinha, seios pequenos e uma bundinha redonda. Possui um rosto bem bonito e uma pele aveludada e macia, gostosa de pegar, apertar, beijar ...
Para quebrar o gelo (ela é tímida, lembram?), conversamos um pouco e, entre outras coisas, ela me revela que achava esse nosso momento algo muito louco. Perguntei porquê e ela me disse que sonhou que um cara com o biotipo e aparência semelhantes aos meus a procuraria. Achei curioso, então deixamos a parte onírica de lado e encaramos a realidade com beijos suaves mas que aqueceram o ambiente. As mãos bobas foram percorrendo os corpos nus. Quando dei por mim, estava deitado de costas e Geovana vai beijando meu peito, barriga e chega no Pequeno Rudolph.
Ela se posiciona de lado e faz um oral ao mesmo tempo em que massageia o saco de presentes e a região adjacente mais ao sul. Deu um tesão acima do normal. Passo a mão pelo seu corpo alvo, sinto suas curvas e nuances. Que delicinha! Ela parte pra cima de mim e se encaixa numa posição muito gostosa, que permite que eu beije sua boca e seios. Após um tempo ela me pergunta se pode me chupar mais um pouco. Respondo com um grito: "NÃO! ... mas isso em alguma realidade alternativa, porque naquela hora só concordei com a cabeça.
Mais um oral caprichado acompanhado da massagem que quase me leva à loucura. Porém, acho que o combo cansaço + excesso de cervejas me impedia de gozar. Pra não deixar a coitada ali a vida toda (apesar de estar muito bom), pergunto se ela gosta de ser chupada. Já deita de costas com um sorriso safado no rosto. Entendi aquilo como um 'sim'.
Nos beijamos, chupo seus lindos seios e enfim chego à sua xana, depiladinha e provocante. Caio de boca de forma lasciva, chupando com vontade, lambendo cada recanto de seu sexo. Ela passa suas pernas pelos meus ombros, geme, se contorce e goza lindamente.
Do pouco tempo que nos restava, conversamos sobre coisas triviais e gostos pessoais, quando ela lembra de me contar o final do sonho e não é um desfecho feliz. Diferente do nosso, que é o que importava ali, naquele momento.
Fico observando Geovana recolocar suas peças de roupa, parecendo uma dama da era vitoriana, pela delicadeza com que se vestia. A rosa continuava lá ornamentando seus cabelos negros. Batem na porta anunciando o fim de nosso encontro e saímos até o andar inferior, onde nos despedimos com um beijo e a promessa nunca cumprida de retornar ...
De volta ao primeiro andar, encontro o Martins novamente, agradeci pela simpatia e por ter agilizado meu encontro com a Geovana, e batemos um breve papo. Fecho minha conta, sigo pelas ruas pensando no que acabei de vivenciar e chego à conclusão que não precisa encher a mão pra deixar o Noel com tesão.
No fim, uma dúvida atormentava a minha mente: será que o Zezé ainda tá aberto?