Começava a anoitecer. Deixei o Boteco Bacurau, na Lapa, após três doses de Black Label. Saí pela Mem de Sá, essa rua que é um purgatório de boêmios e excomungados. Os meus butes — tristes, gastos — estalavam sobre a calçada como se pisassem em ossos de antigos boêmios. Entrei noutro bar e pedi uma água. Sim, água. Era necessário fingir alguma lucidez, hidratar o fígado, salvar o corpo para que a alma ainda tivesse onde morar.
Mexi no celular e vi o improvável: uma garota — com quem jamais havia saído — curtira vários relatos meus. Vários. Fiquei intrigado. Em tempos de likes cínicos, aquilo era quase uma declaração. E se era marketing, era o mais eficiente: em minutos, me vi compelido a escrever para ela.
Rebecca Magrini, o nome. Respondeu de imediato. Acredite, Forista sem Fé: disse que curtiu os relatos não por estratégia, mas por emoção. Usou essa palavra. Emoção. Era inteligente, fluente, receptiva. E havia ali um interesse claro, desavergonhado e sincero. Não resisti: perguntei se viria até meu chalé — modesta construção nos Alpes Tijucanos. Tinha um atendimento externo, mas prometeu que sim.
Peguei um táxi. Pedi que o motorista voasse pela cidade até a bucólica Tijuca. E nos meus ouvidos cansados, quem cantava era o Cazuza pelos meus aparelhos auditivos sincronizados com o celular. Não ria, afeiçoado Forista. Até o desespero precisa de trilha sonora.
BARÃO VERMELHO
Já no meu canto, sem cerimônia ou vestes sociais, ela anunciou a chegada. Fui à porta esperá-la. O táxi parou. E dele desceu uma mulher com uma presença quase imoral. Uma sensualidade avassaladora. E naquele instante — entre a porta aberta e o silêncio que a precede — eu soube. A noite seria daquelas que não se esquecem. E que, por isso mesmo, nos condenam.
****
Conversamos por alguns minutos na biblioteca — esse templo de papel e silêncio onde tento disfarçar a minha solidão com lombadas vistosas. Mas logo seguimos para o quarto. Abri uma garrafa de espumante e servi. Rebecca tomou o primeiro gole com a volúpia das messalinas bíblicas, como se matasse uma sede de séculos.
Troquei mais algumas palavras, fingindo o último vestígio de civilidade, mas fui vencido pela evidência do momento e a beijei. Não foi um beijo — foi uma implosão. A boca da moça me sugou com violência, a língua dançava como um demônio discreto, e a saliva tinha gosto de pecado recém-descoberto. Senti um torpor, um leve desmaio da consciência. Tonteei.
E então, Rebecca se levantou. Abriu o casaco com a solenidade das rainhas, e debaixo havia um corpo vasto, quase ofensivo em sua nudez disfarçada por uma lingerie microscópica — mais um símbolo do que uma peça de roupa. Era um corpo que não pedia licença: impunha-se.
Ela escolheu uma música e começou a dançar. Um strip-tease. Sim, um strip-tease sem amadorismos ou hesitações. Era um rito pagão, uma liturgia carnal. Eu, ali, prostrado diante da cama, estava à beira da blasfêmia. Por pouco — por um triz — não babei sobre os lençóis. E se tivesse babado, seria apenas o tributo justo à deusa que se encenava diante de mim.
Fizemos sexo. Mas não um sexo comum, desses que se fazem por fazer. Era um ato tomado por uma ânsia descontrolada, por um desejo ancestral, quase bárbaro. Rebecca se entregava com uma fome que era mais do que carnal: era mística. Sua boca percorreu meu corpo com a precisão de um castigo, e quando me engoliu, beiramos juntos um abismo. Quase sucumbi. Mas resisti. Não sei como, mas resisti.
Ela se sentou em mim como se cavalgasse um touro prestes a morrer. Rebolou, quicou, me esmagou com a bunda como se quisesse moer minha alma inteira. E eu ali, debaixo, impotente, vidrado, como um idiota olhando o fim do mundo acontecer na própria cama.
Enquanto me fodia, ofereceu os peitos. Eu mamei aqueles peitos como um miserável sugando esperança. E quando ela cansou de me usar por cima, desceu de novo. Me chupou como quem extrai veneno ou verdade — vai saber.
Gozei. E não foi gozo qualquer. Foi um despejo, uma chuva de esperma, um jato de derrota e sobrevivência. Ela amparou tudo com a boca. Feito uma profissional do apocalipse. E ali, deitado, ofegante, pensei que talvez — só talvez — ainda valesse a pena viver mais uns anos.
Acredite, Forista sem Fé: a vida é absurda, mas por vezes encena pequenos milagres. Foi nesse momento que meu aparelho auditivo se sincronizou novamente com o celular, e uma canção antiga me invadiu como uma prece pagã.
OÁSIS
Sou ateu, mas creio em sinais. E aquela melodia, aquela letra — como que cuspida de um rádio velho do além — me tocou com a delicadeza cruel das coisas que nos fazem lembrar que já fomos jovens. Quase me comovi. Quase.
FANNY CADILLAC (EX REBECCA MAGRINI) - GUARUJÁ - SP
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FANNY CADILLAC
Esse relato já tem um tempinho, era de quando ela atendia pelo Centro.
Vejo seu perfil, suas fotos e vídeos, e isso me instiga. Mando mensagem, ela me responde, papo legal. Quando estou próximo ao seu local — eu estava numa reunião —, envio uma mensagem perguntando se ela poderia me atender naquele dia. Vou ao seu encontro.
Perfil: loira, cabelos compridos, miss, peitos siliconados, bem gostosa.
https://garotacomlocal.com/acompanhante/fanny-cadillac/
Quando chego, ela me oferece uma bebida, a qual aceito, e conversamos um pouco para quebrar o gelo. Ela é bem inteligente e simpática. Então ela tira suas roupas e eu também. Beijos, ela me aplica uma mamada bem gostosa, com facefuck e garganta profunda! Estava muito gostoso! O tesão exala, pego a camisinha, a vontade de fuder era insana!
Ela se posiciona de quatro, começamos devagar e depois aumentamos o ritmo e a intensidade. Segurando em seu bumbum e na sua cintura, suados, a gente não para. Entre gemidos e sussurros, ela me pergunta se eu queria comer seu cuzinho. Ali mesmo, de quatro, me posiciono e vamos bem devagar.
Quando entra, é só alegria. A fodo segurando suas mãos para trás; não resisto muito e jorro todo o leite na camisinha. Foi gostoso demais!
Acertamos os detalhes e, quando vejo, o tempo havia voado. Me despeço e fico na promessa de retornar muito em breve.
Ela é maravilhosa: loira, bem gostosa, simpática e muito boa de resenha, super alto-astral.
Vejo seu perfil, suas fotos e vídeos, e isso me instiga. Mando mensagem, ela me responde, papo legal. Quando estou próximo ao seu local — eu estava numa reunião —, envio uma mensagem perguntando se ela poderia me atender naquele dia. Vou ao seu encontro.
Perfil: loira, cabelos compridos, miss, peitos siliconados, bem gostosa.
https://garotacomlocal.com/acompanhante/fanny-cadillac/
Quando chego, ela me oferece uma bebida, a qual aceito, e conversamos um pouco para quebrar o gelo. Ela é bem inteligente e simpática. Então ela tira suas roupas e eu também. Beijos, ela me aplica uma mamada bem gostosa, com facefuck e garganta profunda! Estava muito gostoso! O tesão exala, pego a camisinha, a vontade de fuder era insana!
Ela se posiciona de quatro, começamos devagar e depois aumentamos o ritmo e a intensidade. Segurando em seu bumbum e na sua cintura, suados, a gente não para. Entre gemidos e sussurros, ela me pergunta se eu queria comer seu cuzinho. Ali mesmo, de quatro, me posiciono e vamos bem devagar.
Quando entra, é só alegria. A fodo segurando suas mãos para trás; não resisto muito e jorro todo o leite na camisinha. Foi gostoso demais!
Acertamos os detalhes e, quando vejo, o tempo havia voado. Me despeço e fico na promessa de retornar muito em breve.
Ela é maravilhosa: loira, bem gostosa, simpática e muito boa de resenha, super alto-astral.
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